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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Líder comunitária da Cidade Alta foi morta após reunião no 16º BPM

Vítima teria sido executada após insinuar que policiais do 16º BPM (Olaria) estariam beneficiando uma das facções que disputavam a comunidade da Cidade Alta, em Cordovil, Zona Norte do Rio.

© Divulgação
A Polícia Civil investiga se a líder comunitária Glória Maria dos Santos Miccas, de 46 anos, morta no dia 8 de dezembro de 2016, teria sido executada após insinuar que policiais do 16º BPM (Olaria) estariam beneficiando uma das facções que disputavam a comunidade da Cidade Alta, em Cordovil, Zona Norte do Rio.

Segundo informações do Extra, Glória foi morta a tiros horas depois de ter saído de uma reunião do Conselho Comunitário de Segurança no 16º BPM (Olaria), na qual fez a denúncia. Na reunião, a líder comunitária defendeu ainda a volta do Comando Vermelho (CV), que dominavam a região até novembro de 2016, quando a comunidade foi tomada pelo Terceiro Comando Puro (TCP).
De acordo com a publicação, a líder comunitária trabalhava com vans e mototáxis e afirmou que não conseguia mais atuar na favela depois da mudança no comando da favela.
Três meses após o crime, o comandante do 16ºBPM, coronel Sérgio Barbosa Marques, foi exonerado do cargo.
Por meio de nota, a corporação afirmou que Barbosa foi exonerado após inscrição no Curso Superior de Polícia, e negou que a saída do oficial tenha se dado em razão do assassinato.
Via...Notícias ao Minuto

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