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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Novo promotor do caso Coaf já defendeu Flávio Bolsonaro no Twitter

Claudio Calo não deve continuar no caso

© Reuters
O promotor Claudio Calo, que herdou na segunda-feira (4) a investigação do caso Flávio Bolsonaro/Fabrício Queiroz no caso Coaf, distribuída pela Central de Inquéritos, não deve continuar no caso, por ser próximo das ideias bolsonaristas.


Segundo o jornal “O Globo”, Claudio Calo já se manifestou publicamente sobre o assunto e compartilhou no Twitter post sobre a família do presidente Jair Bolsonaro (PSL), antes de ele receber o caso.
Em um das publicações, o promotor disse que o relatório do Coaf não necessariamente indica crime. Além disso, ele retuitou outros posts de Flávio anunciando que daria entrevistas.
4-Pode 1 servidor público, c/ remuneração baixa, ter recebido de herança a quantia de R$ 20 milhões em sua conta corrente bancária.
Movimentação suspeita.Mas descobre ser fruto de herança, decorrente da venda de um fazenda, em negociação totalmente lícita.Não é crime de lavagem.
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1- Tecnicamente, o crime de lavagem de capitais é um crime parasitário, acessório, pressupõe uma infração penal
antecedente. O fato de haver fracionamento de depósitos bancários e em dh gera suspeitas, mas, por si, não é crime de lavagem, pois pode a origem do dh ser lícita.
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Calo também já compartilhou uma publicação feita pelo irmão de Flávio, o vereador Carlos Bolsonaro, em que ele critica a postura da imprensa à viagem do presidente da República a Davos.
"Não tem nada de concreto. Recebi os 11 procedimentos investigatórios ontem, no final da tarde. Não tive sequer tempo de analisá-los. Tudo que está sendo publicado é, até agora, especulação", disse Calo, nesta terça (5), à Revista Época.

Sobre as manifestações no Twitter, ele se defendeu afirmando que se tratava de posicionamentos de “professor de direito, palestrante e articulista". "Não trato de casos em rede social e nem de investigados. Sequer me identifico como membro do MPRJ. Sigo vários parlamentares e governadores, a fim de fazer sugestões. Vide mensagens que postei no Twitter Wilson Witzel, dentre outros juristas e jornalistas, sempre com visão crítica", disse.
A investigação do caso Coaf envolvendo Flávio Bolsonaro estava com Eduardo Gussem, procurador-geral de Justiça do MP-RJ, mas saiu do órgão depois que o filho mais velho do presidente assumiu uma cadeira no Senado.
Caso Claudio Calo deixe o caso, um novo promotor será anunciado para cuidar da encrenca de Flávio e Queiroz até a próxima sexta-feira.
Via...NOTÍCIAS AO MINUTO

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