Sob intensa pressão de políticos e até de antigos aliados desde que admitiu publicamente ter planejado o assassinato do ministro Gilmar Mendes, Janot achou melhor se afastar da advocacia
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| © Marcelo Camargo/Agência Brasil |
Sob intensa pressão de políticos e até de antigos aliados desde que admitiu publicamente ter planejado o assassinato do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2017, Janot achou melhor se afastar da advocacia - atividade que assumiu logo após se aposentar da carreira de procurador do Ministério Público Federal.
A decisão de Janot, que relatou o plano de eliminar Gilmar nas páginas do seu "Nada menos que tudo" - livro que destaca as passagens que reputa mais importantes na Procuradoria-Geral da República, durante seus dois mandatos, entre 2013 e 2017 - ocorre em meio à saraivada de críticas, principalmente de desafetos, entre eles o senador Renan Calheiros (MDB/AL).
Na última sexta-feira, 4, Renan ingressou na OAB/DF com pedido de suspensão da carteira de advogado de Janot. O senador pediu suspensão de 180 dias, prazo para "a apuração psicológica e toxicológica" do ex-procurador.
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