segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Não há vencedores em guerra nuclear e conflito não deve começar, diz Putin

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançou um apelo a Rússia e China para conversas sobre controle de armas nucleares

© Getty Images

SÃO PAULO, SP (UOL-FOLHAPRESS) - Não pode haver vencedores em uma guerra nuclear e tal conflito nunca deve ser iniciado, disse o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em comunicado divulgado pelo Kremlin nesta segunda-feira (1).

"Como um Estado parte do Tratado de Não Proliferação e um de seus depositários, a Rússia está consistentemente cumprindo a letra e o espírito do tratado", disse Putin em carta aos participantes de uma conferência sobre o acordo em Nova York.

"Partimos do fato de que não pode haver vencedores em uma guerra nuclear e ela nunca deve ser desencadeada, e defendemos uma segurança igual e indivisível para todos os membros da comunidade mundial", afirmou.

Hoje, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançou um apelo a Rússia e China para conversas sobre controle de armas nucleares, afirmando que Moscou tem essa responsabilidade, especialmente, desde a invasão da Ucrânia.

Em um comunicado, Biden explicou que seu governo está disposto a "negociar rapidamente" um texto que substitui o Novo START, o tratado que limita as armas nucleares intercontinentais dos Estados Unidos e da Rússia e que expira em 2026.

A Rússia vem aumentando sua capacidade nuclear nos últimos anos, embora seu arsenal hoje seja muito menor do que o dos Estados Unidos e da China.

IRÃ SE DIZ CAPAZ DE PRODUZIR BOMBA NUCLEAR

O responsável pelo projeto de energia nuclear do Irã afirmou hoje que o país já é tecnicamente capaz de construir uma bomba atômica, mas ressaltou que esse objetivo não está no horizonte.
A declaração chega em meio às tentativas de renegociar o acordo rasgado pelo então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 2018.

"O Irã tem a capacidade técnica de construir uma bomba atômica, mas tal objetivo não está na agenda", disse o chefe da Organização Iraniana de Energia Atômica, Mohammad Eslami, segundo a agência Mehr.

Após a retirada dos EUA do acordo nuclear de 2015, o Irã passou a descumprir limites para enriquecimento de urânio e armazenamento de material atômico, enquanto as negociações com as potências mundiais estão estagnadas.

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