Ativista era refém de grupo alvo de ataque aéreo em 2015
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| © Reuters |
O governo dos Estados Unidos concordou em pagar uma indenização à família do italiano Giovanni Lo Porto, um ativista morto em uma operação norte-americana na fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão no ano passado.
A Embaixada dos EUA em Roma não especificou, no entanto, a quantia que será paga, alegando se tratar de uma "questão privada".
O irmão de Lo Porto, Daniele, havia informado horas antes que a família receberia pouco mais de US$ 1 milhão.
Segundo ele, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, "manteve a promessa feita quando a notícia da morte do meu irmão veio à tona".
Lo Porto trabalhava na ONG alemã "Welt Hunger Hilfe" quando foi sequestrado no Paquistão em 2012. Ele foi morto junto a um cidadão norte-americano identificado como Warren Weistein em um ataque dos EUA com drones contra o grupo terrorista Al Qaeda. Autoridades de Washington divulgaram recentemente que entre 74 e 116 civis foram mortos em operações aéreas realizadas durante o governo Obama, além de milhares de pessoas consideradas terroristas. (ANSA)

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