11 pessoas foram mortas e cinco feridas na ação dos policiais que ocorreu na madrugada de 12 de novembro de 2015 em um período de 4 horas
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| © Reprodução / Instagram |
Policiais Militares presos sob acusação de participarem de uma chacina que matou 11 pessoas e feriu outras cinco em Grande Messejana, no Ceará receberam a visita do Deputado federal pelo PSC de São Paulo, Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, na última quarta-feira (21). Os PMs estavam presos desde o mês passado. A chacina ocorreu em novembro de 2015.
De acordo com o Jornal Extra, em um post no Facebook, Eduardo Bolsonaro questiona as acusações sobre os policiais, que teriam sido baseadas em "denúncias genéricas", criticando também a ausência de individualização de conduta de cada um dos detidos.
Segundo a polícia, uma das linhas de investigação discorre sobre uma represália em torno da morte de um PM, horas antes da chacina. 11 pessoas foram mortas e cinco feridas na ação dos policiais que ocorreu na madrugada de 12 de novembro de 2015 em um período de 4 horas.
Apenas 2 das vítimas tinham antecedentes criminais: um por acidente de trânsito e o outro por falta de pagamento de pensão alimentícia. Entre os mortos estavam quatro adolescentes. Algumas vítimas foram retiradas de suas casas e exterminadas no meio da rua.
O processo de investigação segue em segredo de Justiça, enquanto os policiais indiciados seguem sob prisão preventiva.

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