Presidente já tinha feito uma tentativa de apaziguar a situação ao convocar uma reunião com a ministra e o senador. Porém, Carmén Lúcia negou o convite
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A reunião para tratar do Plano Nacional de Segurança, que está agendada para a próxima sexta-feira (28), no Itamaraty, chegou a ser ameaçada pelo mal-estar criado entre o presidente do Senado, Renan Calheiros, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes.
Renan chegou a dizer ao presidente Michel Temer que não ficaria na mesma sala em que o ministro da Justiça, mas, por fim, disse que comparecerá ao encontro, de acordo com o Correio Braziliense.
O presidente Michel Temer já tinha feito uma tentativa de apaziguar os ânimos ao convocar uma reunião com a ministra e o senador, a pedido de Renan. Porém, Carmén Lúcia negou o convite.
"O diálogo do presidente Temer com esses três interlocutores é permanente, fluido e desimpedido. Uma eventual reunião, em momento que seja compatível com as agendas de todos os envolvidos, virá a ser apenas mais uma demonstração completa de diálogo”, disse na última quarta-feira (26) o porta-voz do governo, em nome do presidente.

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