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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Helicóptero da PM não foi alvo de tiros

IML também confirmou que corpos dos quatro policiais militares vitimados na queda do helicóptero não tinham marcas ou perfurações de balas

© Reprodução/ Centro de Operações Rio
Quase um mês após a queda de um helicóptero do Grupamento Aeromóvel (GAM) da Polícia Militar, em 19 de novembro, às margens da Avenida Ayrton Senna, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, peritos da Aeronáutica e da Helibras, fabricante da aeronave, afirmam que a mesma não foi atingida por tiros antes da queda. Como não foram encontradas marcas de projéteis na fuselagem, foi eliminada a hipótese do helicóptero ter sido alvejado por traficantes da Cidade de Deus, como foi cogitado a princípio.

Peritos do IML também confirmaram nesta quarta-feira (14), ao jornal O Globo, que os corpos dos quatro policiais militares vitimados na queda do helicóptero (o major Rogério Melo Costa, o capitão William de Freitas Schorcht, o subtenente Camilo Barbosa Carvalho e o sargento Rogério Felix Rainha) não tinham “marcas ou perfurações provocadas por projéteis de arma de fogo”.
A informação que também foi divulgada pelo comando da Aeronáutica em Brasília para o jornal. O caso é investigado pelo Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-3). À época da queda da aeronave, um piloto procurado pelo O Globo, que preferiu não ter o nome divulgado, disse que a queda pode ter sido causada tanto por perda de sustentação, que seria uma falha humana, ou problema mecânico.

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