Contudo, o reajuste foi aprovado em Belo Horizonte; o salário do prefeito, por exemplo, vai de R$ 24.721,25 para R$ 27.020,32
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| © Reprodução/Facebook |
Em meio à crise econômica que afeta os estados e municípios, o aumento do salário de parlamentares gerou tamanha indignação em municípios mineiros que as câmaras de algumas cidades do interior do estado voltaram atrás e anunciaram que não haverá reajuste.
De acordo com o EM Digital, depois das eleições municipais, 10 cidades, incluindo a capital, aprovaram reajustes para os vereadores, prefeitos e secretários. Pelo menos três delas voltaram atrás após protestos.
Os municípios que desistiram de aumentar salários são Itapecerica, no Centro-Oeste mineiro, Leme do Prado, no Vale do Jequitinhonha, e Abaeté, no Centro-Oeste.
Em Belo Horizonte, o reajuste foi aprovado pelos vereadores na última quarta-feira (14) e deve ser enviado para a sanção do prefeito. Pela proposta, os secretários e o vice-prefeito terão o vencimento reajustado de R$ 16.563,23 para R$ 18.103,61; o prefeito, de R$ 24.721,25 para R$ 27.020,32; e os vereadores receberão R$ 16.435,88, um reajuste de R$ 1.369,29.
Raposos, Ribeirão das Neves e Araguari também aumentaram o salário dos vereadores depois das eleições. Em Francisco Sá e Juvenília, os salários foram cortados.
Os municípios que confirmaram o aumento de salários podem ser obrigadas pela Justiça a cancelar o reajuste, pois o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu que aumento depois das eleições é inconstitucional.

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