A droga foi aplicada em cerca de seis mil pessoas, entre adultos e crianças e 10 dias depois, todos estavam imunes à doença. Entre os que não receberam imediatamente o medicamento, foram registrados 23 casos da doença. No entanto, os resultados finais do estudo dão esperança a uma melhor proteção contra a doença que devastou alguns países africanos em 2014, matando mais de 11 mil pessoas.
Poucos meses após os primeiros testes, a OMS afirmou que os resultados preliminares eram um "desenvolvimento extremamente promissor". A companhia Merck, Sharp & Dohme prometeu garantir que 300 mil doses da vacina estarão disponíveis no caso de um novo surto de Ebola. A previsão é que a empresa submeta o medicamento para licenciamento até o final de 2017. (Com ANSA)
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