Após vitória na eleição, presidente da Câmara alega que trato não foi cumprido pelo partido e avalia entregar cargo para outra legenda
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| © Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil |
Para apoiar a candidatura de Rodrigo Maia à presidência da Câmara, em eleição que ocorreu no último dia 2, a bancada do PT negociou postos importantes nas comissões das reformas.
Maia concordou e prometeu entregar a presidência da reforma trabalhista para um deputado petista, mas com uma condição: ser escolhido por ele.
Foi dessa forma que o presidente da Câmara conseguiu 22 votos, dos 58 que o Partidos dos Trabalhadores poderia oferecer, além da garantia de que a legenda não lançaria candidato próprio.
Em baixa desde o início das investigações sobre os escândalos de corrupção nas gestões de Lula e Dilma Rousseff, o PT busca mais espaço na Câmara.
Porém, de acordo com informações do blog da jornalista Andréia Sadi, no portal G1, apesar da vitória, Maia e seus aliados não teriam ficado satisfeitos com a quantidade de votos entregues pelo PT, alegando ter sido menos do que o acertado.
Além disso, acusam a legenda de já ter decidido não lançar candidatura própria e de ter usado a estratégia para negociar cargos nas comissões. Por isso, afirmam deputados da base de Maia, a presidência da comissão da reforma trabalhista será negociada para outro partido.

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