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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Ex-Odebrecht revela propina de R$ 4 mi por fundo do FGTS

Após pagamento, Fundo de Investimento do Porto Maravilha comprou R$ 3,5 bilhões em Cepac da Prefeitura do Rio, o que permitiu contratação das empresas responsáveis pela obra

© DR
O ex-diretor de Infraestrutura da Odebrecht Benedicto Júnior, o BJ, revelou em delação que a empreiteira desembolsou R$ 4 milhões em troca da garantia de que seria uma das empresas concessionárias das obras do Porto Maravilha, que revitalizaram a região do porto do Rio. Quem recebeu o dinheiro, segundo o depoimento, foi o ex-conselheiro do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS), André Luiz de Souza.

Segundo a Folha de S. Paulo, após o pagamento, o Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha (FII PM), administrado pela Caixa e abastecido com dinheiro do FI-FGTS, comprou R$ 3,5 bilhões em Cepac (Certificados de Potencial Adicional Construtivo).
Em junho de 2011, a prefeitura ofertou todo o estoque de Cepacs em leilão, que foi arrematado pelo fundo da Caixa com recursos do FI-FGTS. E essa compra permitiu que a Prefeitura carioca pagasse as empresas responsáveis pelas obras do Porto. As concessionárias eram a Odebrecht, a OAS e a Carioca Engenharia.
A delação foi feita por BJ em 2011, mas revelada somente nesta segunda-feira (10) pelo jornal Folha de S. Paulo.
O texto lembra que André já foi citado outras três vezes. No total, ele teria recebido R$ 28,5 milhões da Odebrecht, segundo os delatores.
O advogado de André Luiz de Souza, Angelo Bellizia, diz que não pode se manifestar porque não teve acesso às delações. "Quando tivermos acesso, vamos nos manifestar nos autos", argumentou.
Via...Notícias ao Minuto

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