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Os sete presos apontados pela Seap como autores do vídeo são: Alan dos santos Araújo, Calderón Alves do Nascimento, Carlos Diego da Silva, Thiago Cipriano Traga, Pedro Eduardo Sá Conceição, Paulo Henrique Dutra Teixeira e Wellington Ricardo da Silva Borges. A Seap informou de de acordo com o depoimento de um dos detentos, ele teria informado que o intuito das imagens veiculadas na internet era prejudicar direção, que vem realizando um trabalho forte de repressão na unidade.
Além disso, segundo a Seap, dois visitantes foram presos tentanto entrar no presídios com material ilícito e foram encaminhados para registro na delegacia. A secretaria informou também que está prevista a chegada de scanners corporais destinados a auxiliar ma apreensão de objetos ilícitos nas unidades prisionais do Rio.
De acordo com balanço da secretaria, nos últimos 15 dias foram apreendidos somente na unidade de Magé, um total de 79 celulares e 1.324 papelotes e invólucros de drogas.
Nas imagens veiculadas na internet, os presidiários apontavam a direção da unidade como responsável por deixar que eles tivessem acesso às regalias.
"Vocês acharam que eles iam deixar a gente fraco? Olha como a direção deixa nós aqui: tem cachaça, telefone, baralho de jogo... Dinheiro nós tem pra cara* (sic). Tudo em cima deles", diz um dos presos no vídeo.
As imagens mostravam quase 40 celulares no chão da cela e um saco que, segundo o detendo, contém um quilo de cocaína. Em outro vídeo, mais um preso com o rosto coberto por uma camiseta relatava que a direção da cadeia não pode "oprimir" os presos nem "cobrar algo" deles, já que libera a entrada dos itens proibidos.
"Como é que a família do interno vai trazer uma coisa dessas? Isso aqui vem da mão da polícia", dizia o homem enquanto mostrava um smartphone para a câmera, citando nome de um funcionário que teria cobrado R$ 3 mil pela entrada do aparelho eletrônico no presídio.
Nota da Seap divulgada antes da operação informada que "todas as providências estão sendo tomadas para identificar os responsáveis pelos fatos narrados nos vídeos". O texto dizia ainda que o órgão "não vem medindo esforços para bloquear a entrada de objetos ilícitos nas unidades prisionais, para impedir a comunicação de presos com o mundo exterior. Isso tudo faz parte de uma herança maldita encontrada quando a nova direção assumiu a Seap. Fato é que a operação asfixia, iniciada desde a gestão do secretario Alexandre Azevedo de Jesus, já apreendeu desde o início desse ano 3.034 celulares, 1,137 chips, 18 roteadores, dois radiotransmissores, 23,912 papelotes de cocaína, 11.927 de haxixe, 25.802 papelotes de maconha, 66 comprimidos de ecstasy e 230 anabolizantes".
Via...EXTRA/O GLOBO


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