José Roberto Mendonça de Barros falou das dificuldades para a reforma ser aprovada
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| © Clauber Cleber Caetano/PR |
Para Mendonça de Barros, Bolsonaro atua em três direções que "esfriam um pouco" a chance de aprovação da proposta, além da sua dificuldade de se adaptar à Presidência da República.
A primeira delas diz respeito ao fato de o presidente afirmar recorrentemente que, por ele, não faria reforma nenhuma.
A segunda se refere ao fato de o governo ter desistido das mudanças no BPC e na aposentadoria rural antes mesmo de iniciada a negociação com o Congresso.
E a terceira foi que o governo propôs uma reestruturação da carreira militar junto com a reforma para os militares. "Acaba com o discurso de que todos vão dar a sua cota de sacrifício", disse.
Para o economista, se a economia fiscal da reforma em 10 anos for reduzida de cerca de R$ 1 trilhão para menos de R$ 500 bilhões, o Brasil não volta a crescer. Se ficar em algo em torno de R$ 800 bilhões, "não é o ideal, mas o País pode crescer 3% em 2020, impulsionado por investimentos".
Via...NOTÍCIAS AO MINUTO

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