No mês de julho foram registrados 194 casos desse tipo, o que representa 6 mortes por dia
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| © Imagem ilustrativa (Ricardo Moraes/Reuters) |
O número de “mortes por intervenção de agentes do Estado”, como é tecnicamente chamado, chegou a um pico de 176 casos em agosto do ano passado, durante a intervenção das Forças Armadas na segurança do Rio, e vinha caindo, atingindo 88 mortes em dezembro de 2018.
No primeiro mês do governo de Wilson Witzel, que se elegeu prometendo um confronto direto com os criminosos, inclusive defendendo o abate de pessoas portando fuzis, as mortes em confrontos com a polícia subiram para 159 em janeiro, caindo de fevereiro a abril, mas tornando a subir a partir de maio.
Em outras categorias, os números do ISP mostraram uma forte redução nos casos de homicídios dolosos em julho, com o menor número de vítimas no estado desde agosto de 2015 (309), uma redução de 25% em relação ao mesmo período do ano passado e de 6% em relação a junho de 2019. No acumulado do ano, foram registradas 2.392 vítimas, o menor valor para o período de janeiro a julho desde 1991. Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda foi de 23%, ou 709 mortes a menos no estado, quando comparado com o mesmo período de 2018.
O indicador letalidade violenta, que abrange homicídio doloso, roubo seguido de morte, lesão corporal seguida de morte e morte por intervenção de agente do Estado, diminuiu 7% em julho quando comparado com o mesmo período do ano passado, mas aumentou 6% em relação a junho de 2019.
Nos roubos de rua, que inclui roubo a pedestre, em coletivo e de aparelho celular, a redução foi de 8% em julho, totalizando 10.071 casos, ou 335 roubos por dia. Os números completos podem ser acessados na página do ISP na internet.
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