O presidente indicou que pode apoiar a proposta de flexibilizar o 'Teto de Gastos' como defendem militares
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| © Carolina Antunes/PR |
Bolsonaro relembrou, ainda, que dentro do Orçamento há despesas obrigatórias, e que elas "estão subindo". "Acho que daqui a dois ou três anos vão zerar as despesas discricionárias (gastos de custeio e investimentos). É isso? Isso é uma questão de matemática, nem preciso responder para você, isso é matemática", reagiu ao ser indagado por um jornalista se vai apoiar algum tipo de flexibilização do Teto.
Aprovado durante o governo do ex-presidente Michel Temer, o Teto de Gastos é um instrumento que limita o crescimento das despesas do Orçamento à inflação. A possibilidade de alterar a norma divide as alas política e econômica do governo.
Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a preocupação com o aperto fiscal no grupo político e militar ao redor do presidente cresceu porque, mesmo que o governo consiga ampliar a arrecadação e reduzir o rombo das contas públicas nos próximos anos, o Teto de Gastos apertado e o avanço das despesas obrigatórias (como o pagamento de salários e aposentadorias) reduzirão o espaço para investimentos em obras e programas do governo, dificultando a estratégia do presidente de deixar a sua marca.
VIA...NOTÍCIAS AO MINUTO

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