O paleontólogo e explorador da National Geographic, Dr. Nizar Ibrahim, descobriu um dinossauro com adaptações únicas para nadar
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| © Ilustração National Geographic |
É a primeira vez que essa adaptação é reportada num dinossauro.
As descobertas, publicadas no dia 04 de maio na revista Nature e apresentadas com ilustrações exclusivas na National Geographic (aqui), são baseadas na pesquisa multidisciplinar do último esqueleto de espinossauro existente no mundo, achado na região de Kem Kem, no Saara Marroquino.
O esqueleto é agora o mais completo para um dinossauro predador cretáceo do continente africano encontrado até hoje.
Antes dessa descoberta, o explorador da National Geographic e paleontólogo da Universidade de Detroit Mercy, Dr. Nizar Ibrahim tinha liderado uma equipe que rastejou e criou uma nova reconstrução do Espinossauro em 2014, anunciada na época pela National Geographic. Sua reconstrução revelou que a criatura tinha aproximadamente 15 metros de comprimento quando totalmente crescida fazendo dela maior que um Tiranossauro Rex adulto.
Com o patrocínio da National Geographic Society, Ibrahim e sua equipe voltaram para Marrocos em 2018, para encerrar as discussões sobre sua afirmação de que o Espinossauro era semiaquático. Entre 2015 e 2019, sua equipe recuperou muitos fósseis do esqueleto incluindo uma cauda notavelmente completa, semelhante a uma barbatana, capaz de realizar um extenso movimento lateral, caracterizada por espinhas extremamente longas.
Com este artigo publicado na revista científica Nature se confirma que essa nova descoberta muda o nosso entendimento atual sobre a diversidade dos dinossauros em geral e, especificamente, sobre o Espinossauro.
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