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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Após assassinato de imã, muçulmanos acusam Trump de fomentar ódio

Líderes religiosos denunciam aumento de atos islmafóbicos nos Estados Unidos

© Stephanie Keith / Reuters
A execução de um líder muçulmano e de seu assistente em Nova York, no último sábado (13), gerou reações na comunidade, que classificou o ato como "islamofóbico". O imã Maulama Akonjee, de 55 anos, e seu assistente Thara Uddin, de 64 anos, foram mortos após participarem das orações da tarde da mesquita de l-Furqan Jame Masjid.

A polícia ainda procura o suspeito que atirou a queima roupa contra duas pessoas no bairro do Queens. Candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump virou alvo de críticas dos religiosos por alimentar o sentimento anti-muçulmano no país.
"Os Estados Unidos não são assim. Culpamos Donald Trump por isso. Trump e seu drama criaram a islamofobia", disse Khairul Islam, de 33 anos, ao jornal The New York Times.
"É um crime motivado pelo ódio aos muçulmanos, são islamofóbicos os que causam este tipo de problema. Somos amantes da paz", disse Kobir Chowdhury, que dirige a mesquita de Masjid al-Aman, no Brooklyn, perto do lugar do crime.
A região onde ocorreu o crime é vista como um local de crescente presença de famílias de Bangladesh. O crime motivou protestos que reuniram centenas de pessoas nas ruas durante o fim de semana.
Segundo a agência de inteligência norte-americana, o FBI, foram registrados 12,6 supostos crimes de ódio contra muçulmanos por mês nos últimos anos.

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