Vítima morreu após ser baleada durante assalto no trânsito
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| © Arquivo pessoal |
A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul contra os quatro homens presos pela morte da médica Graziela Müller Lerias, de 32 anos. A vítima foi baleada dentro de seu carro, durante assalto, quando estava parada em um semáforo, na Avenida Sertório, Zona Norte de Porto Alegre. O caso aconteceu no dia 14 de agosto e ela morreu 24 horas depois, no hospital.
Ao analisar a denúncia, a juíza Lourdes Helena Pacheco da Silva, da Vara Criminal e Juizado Especial Criminal do Foro Regional do 4º Distrito, considerou que "há provas de materialidade do delito e suficientes indícios de autoria" contra os quatro acusados.
A denúncia foi oferecida em 1º de setembro pela promotora Aline Machado Xavier. Os crimes são de latrocínio e fraude processual.
A pedido da magistrada, segundo matéria do portal G1, o Departamento de Criminalística deve realizar, no prazo de 10 dias, uma perícia no projétil extraído do corpo da vítima, para identificação do calibre da arma utilizada.
O crime
Dois dos acusados haviam sido presos no dia 24 de agosto, e os outros dois no dia seguinte. De acordo com a denúncia do MP, os quatro homens retornavam do interior do estado, depois de encerrarem a venda de hortifrutigranjeiros, quando decidiram praticar o crime.
Após anunciarem o assalto, os acusados atiraram na trava da porta do carro e mandaram Graziela e sua irmã, que seguia no banco traseiro do veículo, descerem. Neste momento, eles disparam contra a região abdominal da vítima e empurraram a irmã para o meio-fio da rua. Depois, fugiram no veículo. Os suspeitos foram localizados por meio do rastreador do iPhone da vítima, que ficou dentro do veículo.

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