“Fiquei 110 dias no regime fechado, o direito do semiaberto me foi negado”, afirmou João Rodrigues
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| © Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados |
O deputado João Rodrigues (PSD-SC) afirmou nesta segunda-feira (11) que a juíza Leila Cury, titular da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal (VEP), cometeu “um equívoco óbvio” ao lhe negar permissão para trabalhar durante o dia na Câmara. Ele também negou que estivesse cumprindo pena em regime semiaberto, como argumenta a magistrada.
“Fiquei 110 dias no regime fechado, o direito do semiaberto me foi negado”, afirmou o deputado, que está preso desde fevereiro no Centro de Detenção Provisória no Complexo da Papuda.
O parlamentar deu entrevista coletiva na tarde de ontem, em razão da polêmica causada por seu retorno às atividades na Câmara. Ele disse que vai iniciar o expediente às 8 horas e retornar às 20h ao Centro de Detenção Provisória no Complexo da Papuda, em carro particular. Segundo ele, a jornada pode ser revista pelo Supremo para se adaptar ao ritmo de trabalho nos dias de sessão no Plenário. As informações são da Agência Câmara.
“Fiquei 110 dias no regime fechado, o direito do semiaberto me foi negado”, afirmou o deputado, que está preso desde fevereiro no Centro de Detenção Provisória no Complexo da Papuda.
O parlamentar deu entrevista coletiva na tarde de ontem, em razão da polêmica causada por seu retorno às atividades na Câmara. Ele disse que vai iniciar o expediente às 8 horas e retornar às 20h ao Centro de Detenção Provisória no Complexo da Papuda, em carro particular. Segundo ele, a jornada pode ser revista pelo Supremo para se adaptar ao ritmo de trabalho nos dias de sessão no Plenário. As informações são da Agência Câmara.
Via...Notícias ao Minuto

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