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domingo, 17 de junho de 2018

Desavença por barraca de frutas causou guerra entre facções no Rio

Criminosos do Comando Vermelho proibiram filho de Rogerinho de manter barraca em um dos acessos ao Pavão-Pavãozinho e o traficante não gostou

© iStock

O maior conflito deste ano entre facções rivais do tráfico de drogas no Rio, que aconteceu no início deste mês nos morros Chapéu Mangueira e Babilônia, no Leme, e se estendeu até a Urca, suspendendo o funcionamento do bondinho do Pão de Açúcar, foi motivado por uma briga por uma barraca de venda de frutas e bebidas.


Como apurado pelo Extra, as desavenças começaram após criminosos do Comando Vermelho (CV) do Morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, proibirem que um dos filhos de Rogério Duarte Correia, o Rogerinho, mantivesse a barraca na Rua Sá Ferreira, um dos acessos à comunidade.
Rogerinho não gostou do veto e decidiu se aliar ao Terceiro Comando Puro (TCP), que deu a ele o aval para se estabelecer no Chapéu Mangueira, local que já era dominado pelo grupo. Com o apoio de outras favelas, Rogerinho invadiu, no fim de abril, o Morro da Babilônia, que estava sob o domínio do CV.
No início deste mês, veio a reação: o chefe do tráfico do Pavão-Pavãozinho, Paulo César de Figueiredo Cabral, o Bolão, ordenou aos seus traficantes que retomem as favelas do Leme do TCP. Na última semana, os criminosos do CV atacaram os rivais diversas vezes.
Via...Notícias ao Minuto

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