domingo, 17 de maio de 2020

Brasil regista mais 816 óbitos, total ultrapassa agora as 15 mil mortes

Autoridades de Saúde brasileiras contabilizam este sábado mais 816 mortes e mais 14.919 casos de infecção

© DR
O Brasil chegou hoje a um total de 15.633 mortos e 233.142 casos de infecção pelo novo coronavírus desde o início da pandemia no país, tendo registrado nas últimas 24 horas 816 óbitos e 14.919 novos infectados, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde.


O aumento no número de mortes no Brasil foi de 5,5%, passando de 14.817 ontem para 15.633 hoje (com 2.304 óbitos ainda em investigação). O registro diário de 816 óbitos está um pouco abaixo do de sexta-feira, dia 15, (824) mas mantém-se acima dos 800, algo que também no dia 14 (844) e no dia 12 (881).
No que diz respeito ao número de casos de infeção, a tutela avança com um aumento de 6,8%, passando de 218.223 na sexta-feira para 233.142 este sábado (mais 14.919). Desde dia 13 de maio que os números de novos casos diários estão acima dos 10 mil.
Há ainda 127.837 pessoas sob vigilância das autoridades e 89.672 foram dadas como recuperadas (38,5%).
O @minsaude atualiza a situação do no Brasil - 16/05
▶️ 233.142 casos confirmados
▶️ 127.837 em acompanhamento
▶️ 89.672 recuperados
▶️ 15.633 óbitos
▶️ 2.304 óbitos em investigação

Saiba mais: http://covid.saude.gov.br 
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Com este balanço de casos de infecção (233.142), o Brasil passa a ser o quinto país mais afetado pela pandemia, tendo ultrapassado Itália, que neste momento conta com 244.760 casos de infecção, numa fase da pandemia muito posterior à do Brasil.
Porém, de acordo com especialistas, os números reais no Brasil devem ser ainda superiores, tendo em conta a baixa oferta de testes no país, assim como a subnotificação da doença.

Recorde-se que o próprio Ministério da Saúde tem sofrido algumas convulsões nos últimos tempos, depois de Nelson Teich, responsável pela tutela, ter pedido exoneração do cargo na sexta-feira (com menos de um mês em funções), por discordar do presidente, Jair Bolsonaro, na questão da administração do medicamento cloroquina, ainda sem provas dadas de que é efetivo no combate à Covid-19 e desaconselhado pelos principais reguladores.
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