quinta-feira, 21 de maio de 2020

Profissionais de saúde iniciam ensaio clínico com cloroquina

As provas iniciaram-se hoje nos hospitais universitários de Brighton e Sussex e no Hospital John Radcliffe de Oxford, prevendo-se que os resultados estejam disponíveis no final do ano.

© DR
Profissionais de saúde do Reino Unido participam a partir de hoje de um ensaio clínico para provar se a cloroquina ou a hidroxicloroquina, fármaco contra a malária usado pelo Presidente dos Estados Unidos,  Donald Trump, funciona na prevenção da covid-19. 


O estudo, liderado pela Unidade de Investigação em Medicina Tropical Mahidol Oxford, incluirá mais de 40.000 pessoas que trabalham com doentes confirmados ou suspeitos de sofrer da doença na Europa, África, Ásia e América do Sul.
Em comunicado, o coautor da investigação Nicholas White assegurou que não se sabe se este fármaco é "benéfico ou prejudicial", indicando que "a melhor forma de descobrir" é através de um ensaio clínico aleatório.
O pesquisador do Colégio de Medicina de Brighton e Sussex Martin Llewelyn acrescentou que caso estes fármacos reduzam a possibilidade de contrair covid-19 será "tremendamente valioso" já que uma vacina efetiva e segura disponível para todos poderá "estar muito longe".
As provas iniciaram-se hoje nos hospitais universitários de Brighton e Sussex e no Hospital John Radcliffe de Oxford, prevendo-se que os resultados estejam disponíveis no final do ano.
O interesse neste fármaco aumentou depois de Donald Trump anunciar que toma hidroxicloroquina como medida preventiva contra o coronavírus.
Não obstante, a Agência de Medicamentos y Alimentação do governo americano (FDA, na sigla em inglês) advertiu para os possíveis riscos que pode acarretar o uso deste composto fora do ambiente hospitalar, entre os quais se encontram alterações do ritmo cardíaco.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 328.000 mortos e infectou mais de cinco milhões de pessoas em 196 países e territórios.
Mais de 1,8 milhões de doentes foram considerados curados.
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