Estado ainda não é considerado área de risco, mas autoridades de saúde já estão em alerta
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| © Divulgação |
O Espírito Santo já registrou a morte de 80 macacos e há suspeita de que a causa seja febre amarela, embora o estado ainda não seja considerado área de risco. Em Minas Gerais, já chega a 38 o número de mortes suspeitas causadas pela doença.
“A ocorrência de mortes desses animais já é um alerta. Então existe essa preocupação”, diz Gilton Almada, coordenador do Centro de Emergências em Saúde Pública da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).
“É importante monitorar para conseguir preceder. Precisamos trabalhar na investigação. Se confirmado, vai ser vacinado o município onde foi encontrado o macaco morto com febre amarela”, diz Gilton. O resultado da investigação sai em cerca de 20 dias.
Segundo informações do portal G1, são 11 casos em Colatina; 17, em Pancas; 34, em Ibatiba; quatro, em Baixo Guandu; quatro, em Governador Lindenberg; e 10, em Irupi. Até a manhã de sexta-feira (13), eram 54 casos. Mas, ao longo do dia, a Prefeitura de Ibatiba confirmou o aumento de 10 para 34 casos na cidade.
Há duas formas de transmissão e de febre amarela. Uma é a silvestre; a outra, urbana.“Na silvestre, a infecção é entre macacos e mosquitos silvestres, que só vivem na floresta. Se uma pessoa entra na floresta, é picada por esse mosquito e vai infectada com o vírus para a cidade, o Aedes aegypti pica essa pessoa e retransmite a doença para outras. Isso caracteriza a febre amarela urbana”, explica o infectologista Aloísio Falqueto.

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