O ideal é dormir entre sete e nove horas por noite, contudo, com a rotina agitada, muitas pessoas dormem bem menos do que isso
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O ato de dormir após o almoço, denominado siesta, é uma prática comum no sul da Europa, principalmente na Espanha. Especialistas corroboram a prática e apontam que uma soneca tirada durante o horário de experiente pode, na verdade, melhorar a produtividade dos funcionários.
Segundo a BBC, isso acontece porque o corpo humano opera segundo os ciclos circadianos, ou seja, no horário dos hormônios que regulam o relógio biológico. Por exemplo, quando a melatonina, conhecida por ser o hormônio do sono, está alta, o corpo sente sono e dorme. Quando o corpo é exposto à luz do Sol, os níveis de hormônio caem e você desperta. "O sono funciona como uma limpeza no cérebro, ajuda a limpar o lixo metabólico e as toxinas do cérebro", explicou Natalie Dautovich, especialista da Fundação Nacional do Sono dos Estados Unidos.
O ideal é dormir entre sete e nove horas por noite, contudo, com a rotina agitada, muitas pessoas dormem bem menos do que isso, por vezes nem a metade deste tempo. Pior: quem está exausto não consegue perceber que está com cara cansada, mesmo que todos ao redor possam notar, pois a falta de sono prejudica nossa capacidade de julgamento.
O uso de smartphones principalmente antes de dormir piora e muito a qualidade do sono. As luzes das telas do celular diminuem os níveis de melatonina e, além de manter o corpo ligado, ainda diminuem a qualidade do sono. Segundo a BBC, para completar o quadro, o cérebro começa a associar o quarto ao telefone e, por extensão, ao escritório e à vida social. "E isto põem em cena outras respostas bioquímicas que não ajudam - como o hormônio do estresse, o cortisol", aponta a publicação.

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