A ação, que também apreendeu 13 fuzis, 15 pistolas, quatro revólveres, carregadores, uma granada e dez carros roubados, resultou na morte de quatro suspeitos
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| © Divulgação |
Dos 142 milicianos presos durante uma operação policial, na manhã deste sábado (7), dois deles são soldados do Exército, um da Aeronáutica e um bombeiro. Até o momento, nenhum PM está entre os detidos. A ação, que também apreendeu 13 fuzis, 15 pistolas, quatro revólveres, carregadores, uma granada e dez carros roubados, resultou na morte de quatro suspeitos.
Segundo informações do G1, a ação aconteceu em uma festa, em um sítio em Santa Cruz. Lá, a polícia encontrou diversos carros importados, fuzis, granadas e até roupas militares. Sete menores de idade também foram apreendidos, de acordo um novo balanço, divulgado por volta das 19h.
Entenda o caso:
Em uma das maiores operações contra a milícia realizada pela Polícia Civil, 149 suspeitos foram presos na manhã do sábado (7), no Rio de Janeiro. A ação, que também apreendeu pelo menos 30 fuzis e 20 pistolas, resultou na morte de quatro suspeitos durante os confrontos com os agentes. Wellington da Silva Braga, conhecido como Ecko, apontado como o chefe da maior milícia do estado, conseguiu fugir.
Parte da Av. Cesário de Melo, nas imediações da estação do BRT Cesarão 3, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, foi interditada durante a ação, por volta das 6h45. De acordo com informações do G1, a estação estava fechada no horário, devido à ocorrência. A ação ainda recuperou 15 carros roubados e apreendeu granadas e roupas militares que eram usadas pelos suspeitos.
A ação foi coordenada por agentes das delegacias de Homicídios da Capital e da Baixada Fluminense, da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil, da 27ª DP (Vicente de Carvalho) e da 35ª DP (Campo Grande).
Milícias
Segundo dados divulgados por uma investigação do Ministério Público em janeiro deste ano, pelo menos 21 estações do BRT foram "tomadas" pelos milicianos, sobretudo as menos visitadas. Além das estações, pelo menos 11 municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro seriam consideradas áreas de influência desses grupos criminosos, aproximadamente 348 km², o equivalente a um quarto do tamanho da capital. Estima-se que pelo menos 2 milhões de pessoas são coagidas diariamente a consumir serviços e produtos básicos dessas quadrilhas, de acordo com o G1.
Via...Notícias ao Minuto

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