terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Número de hospitalizações tem aumentado pelo mundo diante de nova onda, diz OMS

Maria Van Kerkhove notou que a variante Ômicron de fato tende a causar menos sintomas graves, mas rechaçou que isso não significa necessariamente que ela gere uma "doença leve"

© Shutterstock


Duas autoridades da Organização Mundial de Saúde (OMS) enfatizaram, durante evento virtual nesta terça-feira, a necessidade de manter os cuidados contra a covid-19. Líder técnica da Covid-19 na OMS, Maria Van Kerkhove notou que a variante Ômicron de fato tende a causar menos sintomas graves, mas rechaçou que isso não significa necessariamente que ela gere uma "doença leve". Ela lembrou que muitos dos hospitalizados pelo mundo atualmente contraíram a variante Ômicron.

Destacou também, durante sessão de perguntas e respostas, o grande salto recente no número de casos da doença. Segundo ela, participar de festas com muitas pessoas, no quadro atual, "é muito perigoso".

Maria Van Kerkhove insistiu na necessidade de medidas como a vacinação e também o distanciamento físico, que se usem boas máscaras, multidões sejam evitadas e que os locais sejam ventilados.

Ainda recomendou que, se houve a possibilidade, manter o trabalho remoto é a melhor alternativa, neste momento.

Diretor executivo da OMS, Michael Ryan disse que "não seria razoável" apostar que a variante Ômicron será a última da covid-19.

Ele destacou o salto recente dos casos e considerou que houve uma "tempestade perfeita" para isso. Além do fato de que essa cepa é mais contagiosa, houve muitos contatos entre as pessoas com as festas de fim de ano, lembrou.

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