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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

MPF prevê pena de até 44 anos para Eike, Cabral e Adriana Ancelmo

Fatos apresentados foram descobertos a partir da Operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato

© Agência Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro ofereceu, nesta sexta-feira (10), denúncia contra o ex-governador Sérgio Cabral, sua esposa, a advogada Adriana Ancelmo, o empresário Eike Batista e seu auxiliar, o advogado Flavio Godinho.De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, eles são suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro e podem ser presos por até 44 anos pelos crimes.

No caso de Cabral, a pena pode ser estendida por mais seis anos devido ao crime de evasão de divisas.
A denúncia foi gerada a partir da Operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.
No total, nove pessoas foram denunciadas. Fora Eike, Godinho, Cabral e Adriana Ancelmo, o ex-secretário de Governo Wilson Carlos, apontado como operador do esquema; Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, apontado como operador do peemedebista; o empresário Luiz Arthur Andrade Correia (Zartha); e os doleiro Renato Hasson Chebar e o irmão Marcelo Hasson Chebar.

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