![]() |
| Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo |
Na cena do crime, a Polícia Federal encontrou cápsulas de munições diversas, entre elas do lote vendido à PF de Brasília, em dezembro de 2006, pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) e usado no crime no Rio. Na nota, o ministro esclarece que não associou diretamente o episódio da Paraíba com as cápsulas encontradas no local do assassinato da vereadora e de seu motorista. Explica que a presença dessas cápsulas da PF no local pode ter origem em munição extraviada ou desviada, e informa que há outros registros de munição da Polícia Federal encontradas em outras cenas de crimes sob investigação.
De acordo com a nota, o ministro citou o episódio da Paraíba e também um desvio de munição na Superintendência da PF do Rio, esta em 2006, "como exemplos de munição extraviada que acabam em mãos de criminosos". O Ministério da Segurança Pública diz que a PF "prossegue no rastreamento de possíveis outros extravios".
A nota foi motivada pelo fato de a direção dos Correios ter negado qualquer desvio de munição da PF em suas agências na Paraíba. Em entrevista ao GLOBO, o presidente dos Correios, Guilherme Campos Júnior, disse desconhecer desvio de munição da PF em unidades dos Correios naquele estado, e chegou a pedir ao ministro que passasse as informações.
— O ministro deve ter alguma informação que não temos — afirmou Guilherme Campos.
O escrivão aposentado Cláudio de Souza Coelho, da Superintendência da PF do Rio, citado pelo ministro com outro responsável por desvios de munição do mesmo lote, negou envolvimento no crime e explicou que foi demitido da PF em setembro de 2006, três meses antes de a munição citada pelo ministro ter sido comprada pela PF. Com Informações do Extra
Via...Jornal Extra

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Os comentários são pessoais, é não representam a opinião deste blog.
Muito obrigado, Infonavweb!