Fora da corrida presidencial, o deputado continua na mira da Justiça
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| © Reuters / Nacho Doce |
Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”, o caso teve início com um processo movido pela empresa Swell Home Office contra o deputado derrotado no primeiro turno do pleito presidencial.
A empresa cobrava R$ 45 mil de Daciolo por serviços de tecnologia prestados ao seu gabinete na Câmara dos Deputados. No entanto, o Ministério Público viu indícios de que a firma é “fantasma”. A Swell Home Office pertence a um ex-colega de Daciolo no Corpo de Bombeiros e não empregou ninguém de 2009 a 2016.
Lauro Jardim ainda diz que a empresa em questão teria recebido R$ 227,5 mil do gabinete de Daciolo por meio de cota parlamentar.
O inquérito foi aberto em dezembro.
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