Para Witzel, "ninguém desrespeitou a memória de ninguém, mas não toleramos a ilegalidade"
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Para Witzel, "ninguém desrespeitou a memória de ninguém, mas não toleramos a ilegalidade". Um dos que participaram da destruição foi o companheiro de partido Rodrigo Amorim, que se elegeu deputado estadual com o maior número de votos nestas eleições. Ele estava junto de Witzel no trio elétrico do Movimento Brasil Livre (MBL).
"Nós não compactuamos com nenhum tipo de intolerância a política. A facada em Jair Bolsonaro ou qualquer atentado a quem quer que seja não pode ficar sem punição. Essas são declarações que nós já demos. Agora não aceitamos e toleramos a ilegalidade. Não se pode colocar placa aonde não está autorizado pela legislação municipal. Então Rodrigo, aqui uma defesa em sua honra, porque você jamais desrespeitou a memória de quem quer que seja. Ninguém desrespeitou a memória de ninguém, mas não toleramos a ilegalidade", disse o candidato ao governo do Rio.
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