De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro (Sepol), o policial militar é apontado como líder do grupo
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| © Pixabay - Tom Farmer |
A operação, conta com o apoio de agentes da Corregedoria da Polícia Militar. O delegado William Pena Júnior informou que os dois investigados estão respondendo pelos crimes de extorsão, roubo, estupro e associação criminosa. “Sob falso pretexto de que as vítimas sejam marginais, eles extorquiam, batiam, espancavam para conseguir o dinheiro desses pobres trabalhadores. Eles estão prestando depoimento e já afirmam prática criminosa. Estamos investigando mais outros dois que seriam informantes dessa quadrilha para que a gente possa concluir este inquérito policial”, revelou.
Conforme a Sepol, a operação foi batizada de Barbárie, porque o grupo de milicianos age com extrema violência e humilhação para obtenção de lucro obtido com a prática de extorsão. "Além das sessões de espancamento que as vítimas sofreram, também foi praticada violência sexual contra uma delas", completou a secretaria.
Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar, a área Correcional da PM já foi informada sobre a prisão do policial. “O referido policial militar era lotado no 41º BPM (Irajá) e está preso, sendo ouvido pela Polícia Civil. O comando da unidade acompanha a acareação na delegacia e a área Correcional da Corporação já foi comunicada do fato”, informou.
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