Se a companhia tiver de indenizar todos os 40 mil motoristas inscritos na plataforma, ela terá um enorme rombo nas suas contas
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| © Reprodução |
Um tribunal britânico decidiu no fim do mês passado que a Uber teria de tratar um grupo de 19 motoristas como seus funcionários, e não mais como autônomos. Esta decisão levou centenas de motoristas a abrir ações semelhantes.
Os profissionais pedem direitos previstos na lei trabalhista britânica, como salário mínimo e férias remuneradas.
De acordo com o The Guardian, a Uber opera com 40 mil motoristas no Reino Unido. Se a companhia tiver de indenizar todos eles, ela terá um enorme rombo nas suas contas.
A empresa explica que não emprega motoristas, apenas disponibiliza uma plataforma que facilita a obtenção de corridas.

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