Até 8h56, seis pessoas foram presas. Criminosos chegavam a pagar diárias para ambulantes venderem os produtos roubados pela quadrilha.
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| © IStock |
Os investigadores ficaram impressionados com o esquema criado pela quadrilha. Alguns integrantes eram responsáveis pelo roubo de cargas. Outros avisavam uma rede de distribuição sobre quais eram as mercadorias disponíveis.
Fazem parte dessa rede de distribuição comerciantes e camelôs de calçadões de vários pontos da cidade. Os criminosos também contratavam ambulantes e pagavam diárias a eles para venderem produtos oriundos do crime.
“Nós conseguimos identificar uma sofisticada rede de revenda por comércio varejista, em que essa quadrilha chega a pagar camelôs por sua jornada diária para que eles revendam as mercadorias roubadas nas imediações das estações ferroviárias”, explicou o promotor Alexandre Themístocles.
Os envolvidos no esquema também foram denunciados pelo MP-RJ por organização criminosa e financiamento do tráfico de drogas, já que dividiam os lucros obtidos com os crimes com traficantes da facção Comando Vermelho. O esquema de roubo de carga se beneficiava do domínio territorial que os criminosos exerciam nas favelas Pica-pau, Dick, Ficap e Furquim Mendes, para fazerem nestes locais o transbordo das mercadorias roubadas. Eles também chegaram a pagar propina a agentes públicos para não serem presos em flagrante. Com informações do G1

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