A servidora conta que estava com adesivos colados do candidato Ciro Gomes e havia bottons com as inscrições "ele não" e "lute como uma garota"
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| © Reprodução / Facebook |
Ela foi agredida por uma mulher que estava numa mesa de apoiadores do capitão reformado do Exército. Paula contou à reportagem que, enquanto era esmurrada, outros três homens imobilizaram os garçons do local e uma pessoa que a acompanhava.
Ela fraturou o rádio, osso do antebraço, e foi submetida a uma cirurgia na noite do mesmo dia em que foi agredida. A vítima está com hematomas no rosto e escoriações em todo o corpo.
A servidora pública da Fundação Joaquim Nabuco conta que estava com adesivos colados na camisa do candidato Ciro Gomes (PDT) e da candidata ao governo de Pernambuco Dani Portela (PSOL). Também havia bottons com as inscrições "ele não" e "lute como uma garota".
"Fui ao bar, que frequento há muito tempo, para acompanhar a apuração. Gosto muito de política. Antes da confusão, chegamos a conversar com eleitores de Bolsonaro normalmente", explicou. Paula relata que havia uma mesa com quatro pessoas. Após iniciar a conversa sobre as ideias do candidato do PSL, ela conta que dois homens passaram a falar de mulheres num tom bastante agressivo.
"Foi tão agressivo que eu filmei com o meu celular. Depois, fui para a minha mesa. Uma mulher que estava com eles se dirigiu a mim, mandou eu levantar e já me deu um murro no rosto. Caí no chão e comecei a ser espancada. Só a mulher me agrediu. Entrei em pânico", diz.
Neste momento, de acordo com Paula, outros três homens que acompanhavam a agressora imobilizaram os garçons. "A pessoa que estava comigo também foi imobilizada. A mulher, após várias agressões, estourou o meu celular no chão. Eu não lembro direito de tudo o que ocorreu porque fui muito agredida", relembra.
Paula e a pessoa que a acompanhava tiveram que se trancar na cozinha do bar. Pouco tempo depois, o grupo foi embora. Na tarde desta quinta-feira (11), ela vai se reunir com a secretária da Mulher do Governo de Pernambuco, Silvia Maria Cordeiro, para cobrar investigação sobre o caso. Com informações da Folhapress.
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