O presidente eleito avaliou que a questão sobre o “dialeto secreto” utilizado por travestis “não mede conhecimento nenhum”
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| © Adriano Machado / Reuters |
"Uma questão de prova que entra na dialética, na linguagem secreta de travesti, não tem nada a ver, não mede conhecimento nenhum. A não ser obrigar para que no futuro a garotada se interesse mais por esse assunto. Temos que fazer com que o Enem cobre conhecimentos úteis", disse Bolsonaro, em entrevista ao vivo.
Na conversa com Datena, Bolsonaro disse também que não pretende acabar com o Enem. "Ninguém quer acabar com o Enem, mas tem que cobrar ali o que realmente tem a ver com a história e cultura do Brasil, não com uma questão específica LGBT. Parece que há uma supervalorização de quem nasceu assim", acrescentou.
Para o professor Eduardo Valladares, do Descomplica, a pergunta criticada por Bolsonaro pedia que os estudantes decodificasse o que era dito.
“A prova não fugiu do padrão e trouxe uma cobrança perto do que é esperado. O aluno que lê bastante, está acostumado a essa cobrança do Enem e fez boa prova”, afirmou o professor em entrevista ao “Globo”.
Ontem, os candidatos fizeram provas de linguagens, ciências humanas e redação. O exame durou 5h30. No próximo domingo (11), as provas serão de química, física e biologia. Ao todo, 5,5 milhões de pessoas concorrem a vagas em universidades de todo o país.
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