sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Ministério retifica para 53 o número de lotes contaminados da Backer

Perícia feita pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária detectou traços de pelo menos um dos elementos contaminantes etilenoglicol e dietilenoglicol nestes lotes

@Divulgação
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta quarta-feira (19) nota em que retifica para 53 o número de lotes de cervejas da Backer. Nesta terça-feira (18), a pasta havia divulgado que eram 55. 

Perícia feita pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA/MG) detectou traços de pelo menos um dos elementos contaminantes etilenoglicol e dietilenoglicol – substâncias altamente tóxicas e impróprias para consumo humano –  nestes 53 lotes de cervejas feitas pela Backer e distribuídas com rótulos diversos. Os lotes contaminados foram produzidos entre julho de 2019 e janeiro de 2020.
Além dos rótulos mais conhecidos – a cerveja Belorizontina e a Capixaba –, as marcas Backer Pilsen, Backer Trigo, Brown, Backer D2, Capitão Senra, Corleone, Fargo 46, Layback D2, Pele Vermelha e Três Lobos Pilsen tiveram resultado positivo para substâncias que não deveriam fazer parte da fórmula da cerveja.
A fiscalização foi feita de acordo com os protocolos higiênico-sanitários estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e faz parte do processo de regularização da cervejaria Backer. De acordo com o ministério, a contaminação deve ser tratada como caso isolado e não apresenta qualquer risco à produção de cervejas em escala nacional ou de outras cervejarias.
Com informações da Agência Brasil


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