Ex-prefeito negou ser responsável por notícias falsas e disse que o candidato terá "de aprender que, quando se está na vida pública, somos o tempo todo arguido"
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| © Divulgação |
Witzel afirma que tendo sido vítima de informações falsas circulando nas redes sociais. Ele atribui a divulgação a Paes, que nega.
"O crime de injúria é de pequeno potencial ofensivo. Está sujeito sim a voz de prisão. O que eu tenho dito é que a política tem sido feita de uma forma irresponsável. Essas fake news Elas só podem sair de um lado, que é o candidato opositor. Esse tipo de coisa, não vou admitir. Se for praticado crime de injúria durante programa de televisão, nós vamos parar na delegacia", disse ele.
Paes negou ser o responsável por notícias falsas sobre o adversário, mas disse que ele terá "que aprender que, quando se está na vida pública, somos o tempo todo arguido sobre o que a gente faz ou não".
"Ser candidato a governador não é ficar dentro de uma sala de juiz assinando e determinando coisas. Todos temos a obrigação, responder", afirmou ele.
O candidato do DEM criticou ainda o episódio em que uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco (PSOL) foi quebrada na presença de Witzel.
"O assassinato da Marielle é o assassinato de uma cidadã, mas que era uma vereadora e que representava uma luta contra o crime organizado, seja de que forma ele se manifestasse. É inaceitável o gesto do deputado eleito [Rodrigo Amorim] como do candidato a governador", disse o ex-prefeito.
Witzel afirmou que a morte de Marielle foi um atentado contra a democracia, assim como a facada no presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Ele disse ainda que, por ter sido juiz criminal, poderia ajudar "pessoalmente" na investigação do caso. Com informações da Folhapress.
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