Gabriela Samadello Monteiro de Barros foi agredida com socos e pontapés por Demétrius Oliveira de Macedo
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| © Reprodução |
Citando as 'imagens impactantes' das agressões, Lopes avalia que a prisão temporária do procurador é 'necessária a fim de salvaguardar o direito da vítima'. A requisição assinada pelo ouvidor, enviada ao chefe da Polícia, deve ser encaminhada posteriormente à delegacia responsável pela investigação, que é a responsável por eventualmente pedir à Justiça a decretação de medida cautelar contra Demétrius.
Como mostrou o Estadão, as agressões de Demétrius contra Gabriela foram registradas em vídeo. Após derrubar a procuradora-geral, ele dá socos e pontapés na mulher, a quem é subordinado. Também a chama de "vagabunda" e "puta".
Outras duas servidoras tentam conter Macedo. Uma delas é empurrada com violência contra uma porta fechada. A outra arrasta Gabriela para tentar afastá-la do agressor. O procurador só foi contido após a intervenção de outros funcionários que ouviram os gritos de socorro.
O caso foi registrado como lesão corporal na Delegacia de Defesa da Mulher de Registro. A prefeitura suspendeu o procurador.
Em entrevista à TV Tribuna, filiada da TV Globo, Gabriela disse que as agressões aconteceram depois que ela pediu a abertura de um processo disciplinar contra o procurador por maus-tratos a outra funcionária. "Foi exposta a minha dignidade como mulher, fui desrespeitada com servidora pública", afirmou.
COM A PALAVRA, O PROCURADOR
A reportagem busca contato com Demétrius Oliveira de Macedo. O espaço está aberto para manifestação.
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