De acordo com o delegado federal Franco Perazzoni, os criminosos chegam a cobrar até R$ 200 mil para dar respostas
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| © Rovena Rosa / Agência Brasil |
A Polícia Federal registrou 11 prisões no Exame Nacional do Ensino Médio 2016. De acordo com o delegado Franco Perazzoni, todos estavam fazendo a prova e usando escuta eletrônica. Desses, seis foram detidas em flagrante.
"Numa época em que a tecnologia nos permite ter escuta, o desafio de combater efetivamente uma fraude em um certame dessa magnitude não é fácil", disse Perazzoni em entrevista coletiva na noite deste domingo (6).
Segundo o delegado, os criminosos chegam a cobrar R$ 200 mil para passar as respostas. Essa prática, que é a mais comum, é chamada “piloto”: é quando uma pessoa faz a prova e transmite as informações
"Quando você começa a encontrar gabaritos muito iguais em situações diversas é suspeito", acrescentou o delegado Franco Perazzoni.
A Polícia Federal vai seguir investigando as fraudes no Enem, mesmo com o encerramento do exame.

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