| (Foto: Divulgação) |
O serviço se chama Peeple e está disponível, por ora, apenas na App Store da Apple. Ele possibilita a aplicação de níveis de recomendação a pessoas em três esferas: pessoal, profissional e amorosa.
A ideia é que a pessoa possa usar suas avaliações para construir uma reputação, o que melhoraria o nível de suas conexões virtuais e das oportunidades de emprego. Também funciona para o lado oposto, com os usuários consultando os perfis alheios para entender se vale a pena se envolver com outros que aparecem no Peeple.
O Peeple saiu das cabeças de Julia Cordray e Nicole McCullough. Quando anunciaram o desenvolvimento, ambas enxergavam o app como uma espécie de Yelp para pessoas, mas a resposta foi tão negativa que elas resolveram aplicar alterações no conceito do produto - mesmo estando a meses do lançamento.
O produto que chegou agora deixa as pessoas darem de uma a cinco estrelas a contatos encontrados no Facebook e na agenda do celular. A possibilidade de avaliar quem não pediu para entrar permanece, mas essas pessoas têm como controlar quais recomendações sobre elas podem se tornar públicas.
As desenvolvedoras insistem que o Peeple é focado em positividade e que, por obrigar os usuários a se conectar via Facebook e a informar um número de celular, ele não poderá ser usado para bullying. O que os internautas pensam, entretanto, é o oposto. A página da empresa no Facebook está cheia de gente prevendo chuvas de processos.
Chegando ao Brasil, pode ser que o app (que pode ser baixado aqui) tenha vida curta, uma vez que sua premissa lembra um pouco a do Lulu. Em agosto, as desenvolvedoras rechaçaram a comparação, mas o Lulu chegou a ser banido no Brasil justamente por permitir que mulheres dessem notas a homens que não pediram para entrar no serviço.
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