Condutor do coletivo ameaçou o jovem e ainda levou a chave do carro dele. Caso aconteceu na Avenida Brasil, no Rio
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Um estudante de 20 anos registrou uma queixa na polícia contra um motorista de ônibus da linha 393 (Bangu x Centro), da cidade do Rio de Janeiro. O jovem procurou a delegacia por ter sido ameaçado pelo condutor do coletivo com uma arma após uma leve colisão entre o carro dele e o ônibus.
De acordo com o jornal Extra, o acidente aconteceu na terça-feira (14). O rapaz relata que dirigia em uma das pistas da Avenida Brasil, quando num trecho de afunilamento, foi fechado pelo ônibus, batendo no retrovisor e arranhando o carro do estudante. O motorista desceu do coletivo, apontou uma arma para o jovem e perguntou: “E aí, vai fazer o quê?”.
“Ele seguiu em frente. Logo adiante, parou num ponto, acredito que para deixar ou pegar passageiros. Eu parei o carro em frente ao ônibus. E, logo depois, o motorista já saiu e apontou a arma para mim, acho que uma pistola, da janela do passageiro. Acho que queria me intimidar”, contou o estudante, que não pediu para não ser identificado.
Em seguida, o motorista confiscou a chave do carro do estudante e seguiu viagem. “Ele quase encostou a arma na minha cabeça. Parecia muito nervoso. Várias pessoas que estavam no ponto viram. Fiquei meio chocado com o que ele fez”, emenda.
A vítima teve a ajuda das pessoas que estavam no ponto para empurrar o carro para a calçada e conseguiu uma chave reserva com seus familiares.
À reportagem, a empresa Transpostes Campo Grande disse que já afastou o motorista e está colaborando com a polícia. "A Transportes Campo Grande considera gravíssima a denúncia relatada pela reportagem. A empresa já identificou o motorista, afastou-o de suas funções e está empenhando todos os esforços em colaborar com a polícia nas investigações para esclarecer o ocorrido. A conduta profissional compatível com o quadro de funcionários da Campo Grande tem como premissa básica evitar qualquer tipo de situação que ofereça risco à segurança das viagens e dos passageiros. Tal situação é inadmissível para quaisquer profissionais de transporte coletivo".

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