A Prefeitura orientou as vítimas a procurarem a Corregedoria-Geral da Guarda Civil Metropolitana para que seja iniciada uma investigação.
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Após a onda de frio, São Paulo já computa cinco mortes de moradores de rua desde a última semana. E nesta quarta, a Pastoral do Povo de Rua de São Paulo fez uma denúncia grave.
Como informa o Diário de São Paulo, membros da pastoral alegam que agentes da Prefeitura, entre eles da Guarda Civil Metropolitana, estariam recolhendo cobertores, colchões e pedaços de papelão dos moradores de rua. Segundo a publicação, a atitude faz parte de uma tentativa de "higienização" da cidade.
O padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, informou ao jornal que o "rapa", como são chamadas as operações da Preeitura, tem retirado “tudo que os moradores de rua possuem".
Em nota, a Arquidiocese de São Paulo disse sentir “profunda tristeza e preocupação pelos quatro moradores de rua que morreram nas noites da semana em que a cidade Paulo enfrentou uma forte onda de frio”. Alegaram também que “o ‘problema dos pobres’ desafia toda a cidade de São Paulo a se mostrar acolhedora e sensível diante das necessidades do próximo”.
A Prefeitura, sobre as denúncias, orientou as vítimas a procurarem a Corregedoria-Geral da GCM para que seja iniciada uma investigação.

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