Jorge Rafaat Toumani era acusado de ter herdado o posto de rei do tráfico na fronteira que pertencia a Fernandinho Beira-Mar
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Jorge Rafaat Toumani, um dos chefes do narcotráfico da fronteira entre Brasil e Paraguai, foi morto com 16 tiros disparados de uma metralhadora antiaérea, na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, próximo a fronteira com Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. A polícia diz acreditar que o motivo da execução foi a disputa pelo controle do tráfico na região. Sete suspeitos foram presos. Após a morte do criminoso, houve toque de recolher em Ponta Porã. Tanques do Exército foram para as ruas.
Em 2014, Jorge Rafaat foi condenado pela Justiça brasileira a 47 anos de prisão e pagamento de multa de mais de R$ 400 mil, por tráfico de drogas e contrabando. Porém, desfrutava de notoriedade no Paraguai, onde tinha uma empresa de segurança privada e era conhecido como "rei da fronteira". Ele era acusado de ter herdado o posto de rei do tráfico na fronteira que pertencia a Fernandinho Beira-Mar, preso desde 2002.
Rafaat estava em seu carro blindado, escoltado por outros dois veículos, quando o tiroteio teve início, na noite de quarta-feira (15). A blindagem foi perfurada pelos mais de 200 disparos de uma metralhadora antiaérea, armamento de uso exclusivo das forças armadas capaz de derrubar um avião. O traficante tinha cidadania brasileira.
Atualmente, a Força Nacional atua em Ponta Porã em apoio às ações de combate aos crimes fronteiriços. A polícia apreendeu outras armas de grosso calibre, como fuzis, coletes à prova de bala e centenas de munições. Com informações do Estadão Conteúdo.

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