Polícia suspeita que a residência do morador que teria testemunhado a movimentação do estupro da jovem de 16 anos fora destruída pelos criminosos
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Durante uma operação no Morro da Barão, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira (9), a Polícia Civil descobriu que um vizinho do local onde aconteceu o estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos teria sido expulso da comunidade pelo tráfico de drogas. A investigação acredita ele possa ter testemunhado alguma movimentação dos criminosos durante o estupro da menina.
De acordo com o Extra, a residência fica abaixo do local do crime. Em depoimento, Raphael Belo, um dos presos pelo ato, contou à polícia que uma pessoa que morava nesse mesmo ponto teria visto momento em que ele e Raí de Souza, também preso, deixaram o local, e que poderia confirmar sua versão dos fatos. A polícia desconfia que a pessoa expulsa seja essa.
A operação da Dcav teve como objetivo investigar a primeira casa na qual a jovem fora levada pelos criminosos. Os agentes apuram ainda a participação de mais um traficante no estupro coletivo da jovem. Com ele, já são nove suspeitos investigados pela especializada. Dois deles já estão presos: Raphael e Raí.

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