quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Todos nós temos células cancerígenas no corpo?

A queixa, registrada na sexta-feira em São Francisco, foi apresentada pela organização sem fins lucrativos "US WeChat Users Aliance"

© DR
Usuários do aplicativo WeChat nos Estados Unidos estão processando o presidente norte-americano, Donald Trump, numa tentativa de bloquear a ordem executiva que, segundo defendem, impediria o acesso à plataforma chinesa de mensagens extremamente popular nos EUA.


A queixa, registrada na sexta-feira em São Francisco, foi apresentada pela organização sem fins lucrativos "US WeChat Users Aliance" e várias outras pessoas que dizem confiar no aplicativo para trabalhar ou manter contato com familiares na China, garantindo que não são associados ao WeChat, nem à Tencent, multinacional chinesa que detêm o aplicativo.
Os usuários recorreram a um tribunal federal e pretendem impedir a ordem executiva de Trump, alegando que a mesma viola a liberdade de expressão dos utilizadores dos Estados Unidos, o livre exercício da religião e outros direitos constitucionais.
Em 6 de agosto, Donald Trump assinou uma ordem executiva proibindo transações com os proprietários chineses do WeChat e de outro aplicativo de consumo popular, o TikTok, defendendo que ambos são uma ameaça à segurança nacional, política externa e economia norte-americanas.
O chefe de Estado falou de uma "emergência nacional" e acusou a rede social TikTok de espionagem de usuários norte-americanos em nome de Pequim, num contexto de crescentes tensões comerciais e políticas com a China.
As ordens executivas devem entrar em vigor em 20 de setembro, ou 45 dias a partir da data de emissão.
Na quarta-feira, o Presidente dos Estados Unidos disse apoiar uma oferta da Oracle para a compra do TikTok, aplicativo chinês de partilha de vídeos, apesar de estarem já em curso negociações com a Microsoft, segundo a Bloomberg.
Segundo a agência de notícias econômicas, a empresa informática Oracle, cujo presidente, Larry Ellison, ofereceu milhões de dólares em fundos para a campanha presidencial de Trump, estará na corrida para a aquisição das atividades do TikTok nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.
A administração Trump deu 90 dias ao grupo chinês proprietário do TikTok, ByteDance, para vender rapidamente as operações da rede nos Estados Unidos, sob pena de as bloquear no país.
VIA...NOTÍCIAS AO MINUTO

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