Para Milc, o ideal seria que o governo ou o próprio YouTube fizesse uma "curadoria" de canais com conteúdo para crianças e adolescentes
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Diante de vídeos que consideram inadequados, como publicidades incisivas e promoção de desafios perigosos, pais e mães têm dificuldades de monitorar o que os filhos veem no YouTube. O comentário em uma postagem do Movimento Infância Livre de Consumismo (Milc), com sugestões de canais adequados para crianças, resume esse receio: "Parece que quanto mais bloqueio mais opções aparecem". Por isso, famílias e associações criam estratégias diversas para filtrar o que os filhos acessam. O Ministério da Justiça não prevê a criação de uma classificação indicativa para o conteúdo virtual no País.
