Celso de Mello fixou um prazo de 48 horas para que o ex-ministro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e a AGU se manifestem sobre o levantamento do sigilo - total ou parcial - da gravação.
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A defesa do ex-ministro Sérgio Moro pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello, relator do inquérito sobre suposta tentativa de interferência do presidente Jair Bolsonaro na PF, que determine a divulgação da íntegra do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, ou ao menos que, 'sejam publicizadas todas as falas do presidente durante tal reunião'. Segundo os advogados de Moro, por se tratar de um ato oficial do governo, a divulgação integral do conteúdo caracterizará 'verdadeira lição cívica'.

