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terça-feira, 29 de agosto de 2023

A indústria de carros autônomos no Brasil: desafios e caminhos para o futuro

* Por Ramon Silva 

A indústria de carros autônomos está se tornando uma realidade global, impulsionada por avanços tecnológicos notáveis e uma crescente demanda por soluções de transporte mais seguras e eficientes. Enquanto cidades como San Francisco/EUA concedem permissões para operações 24/7 de empresas como Cruise e Waymo, o Brasil encontra-se em um momento crucial para iniciar sua jornada na construção de uma indústria de carros autônomos próspera.


Cenário atual e potencial no Brasil

O Brasil possui um ambiente favorável para o crescimento da indústria de carros autônomos. Com vastas extensões de estradas e desafios de mobilidade urbana, a implementação de veículos autônomos pode trazer benefícios substanciais. No entanto, para transformar esse potencial em realidade, o país enfrenta desafios significativos, incluindo infraestrutura inadequada, regulamentações inexistentes e questões de segurança.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Rápido como um raio: carro elétrico faz 0 a 100 km/h em apenas 1,5 segundo!


Você que é entusiasta de carros já deve ter ouvido, em algum momento, alguém falando que um determinado modelo é uma verdadeira "cadeira elétrica", geralmente porque ele é insanamente potente, ao ponto de ser até perigoso andar nele. Pois bem, um grupo de 30 estudantes de do Clube de Automobilismo Acadêmico de Zurique, conhecido também como AMZ Club, resolveram fazer algo parecido, mas levando o "elétrico" ao pé da letra.



A turma criou o Grimsel, um monoposto elétrico capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em impressionante 1,513 segundo – o que é um número estupidamente absurdo para qualquer tipo de veículo. Para se ter uma ideia, o veículo de produção que tem a aceleração mais próxima disso é o Porsche 918 Spyder, que atinge a mesma marca em 2,2 segundos.


Desde que a corrida pela criação dos carros elétricos começou, algum maluco já parou para pensar em como eles poderiam ser usados de formas não convencionais – como, no caso, para corridas e performance geral. Foi daí que surgiu a informação preciosa de que a entrega de torque por propulsores elétricos é praticamente imediata, diferente dos motores à combustão que apresentam uma curva até atingir a força máxima.
Só isso, no entanto, não é o suficiente. Para conseguir a proeza da aceleração absurda, o Grimsel conta com um chassi e rodas de fibra de carbono – o que garante que ele pese apenas 168 kg –, tração nas quatro rodas e um sistema de controle de tração que controla cada uma das rodas individualmente. O propulsor elétrico gera o equivalente a 200 cavalos de potência e gera absurdos 173 kgf de torque.
A equipe de criadores é composta, basicamente, por alunos de duas universidades: ETH Zurique e a Universidade de Lucerna para Artes e Ciências aplicadas. O veículo foi criado para participar da competição global Formula Student, criada em 1981, na qual o AMZ Club está no topo do ranking há três anos seguidos. Nela, as equipes tem competem dentro e fora das pistas, defendendo suas escolhas pela engenharia e design dos veículos e até mesmo sua atratividade no mercado.
As disputas entre o pessoal nunca são feitas diretamente, então não espere ver o Grimsel desaparecendo feito um foguete na frente de outros modelos por aí – como se ele precisasse provar mais alguma coisa depois de largar do jeito que larga.

sábado, 18 de junho de 2016

Rolls-Royce lança carro conceito para as estradas de 2040

Sem motoristas, mas ainda nenhuma palavra sobre como será seu combustível

Divulgação / Rolls- Royce

Na quinta-feira (16) a Rolls-Royce revelou seu novo carro conceito do futuro chamado de Vision Next 100. O automóvel vêm com um número aparentemente interminável de toques inteligentes e inovações de design. Ele é elegante e futurista, conforme o Popular Science noticia.

Mas no carro de luxo de dois lugares estava faltando duas coisas dignas de nota. Primeiro, o volante - ou simplesmente nada de direção. A cabine é espaçosa, elegante e não necessita de qualquer mecanismo de controle manual, antecipando um futuro cheio de carros sem motoristas. Em segundo lugar, a Rolls-Royce na verdade ainda não tem qualquer fonte de energia comercial em mente para o carro.
Ampresa ainda tem algum tempo para descobrir se o Vision Next 100 será alimentado por hidrogênio, eletricidade, diesel, ou cascas de banana. Claramente, o conceito ainda tem um longo caminho a percorrer antes que esteja pronto para comercialização. Enquanto isso, vale a pena conferir pelo menos os desenhos.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Youtuber usa seu Tesla para criar pegadinha de carro fantasma [vídeo]


Lembra-se daquele cara que assustou várias lanchonetes de fast food tempos atrás com sua pegadinha do carro sem passageiro? Pois bem, o youtuber MagicofRahat está de volta em mais uma de suas pegadinhas; dessa vez, levando a história do “carro fantasma” a um novo nível: a auto-estrada.

A ideia por trás da brincadeira é bastante engenhosa. Primeiro, Rahat usa uma capa especial feita por ele para fazer com que ele se “disfarce” como parte do banco do carro. Depois é só adicionar num Tesla com direção autônoma, abaixar a janela do veículo e colocá-lo na estrada – é claro, com uma câmera para gravar tudo.


O resultado, como você pode ver no vídeo acima, é simplesmente absurdo. Dezenas de motoristas e passageiros são enganados pela pegadinha, pensando que o carro está realmente seguindo caminho sozinho; os passageiros e motoristas dos outros veículos, por sua vez, ficam desde completamente perdidos no que está acontecendo e até chegam a gravar a cena com seus próprios celulares.
Como se não fosse suficiente deixar as pessoas completamente embasbacadas com seu carro sem motorista, o youtuber ainda aproveitou para sair de seu esconderijo algumas vezes. Assim, além de deixar ainda mais confusos aqueles que pensaram ter visto um carro fantasma, ele deve ter feito uma boa parte deles colocar a própria sanidade em cheque.
Vale notar que a ideia em si não é exatamente nova: vários outros canais do YouTube já fizeram esse tipo de pegadinha, colocando desde crianças a cachorros (ou mesmo absolutamente nada) no banco do motorista, enquanto o verdadeiro piloto está no porta-malas. Graças à tecnologia de direção automática da Tesla, no entanto, Rahat consegue fazer isso de maneira muito mais segura.

Um vislumbre do futuro?

Se você se impressionou com isso, por fim, é melhor se preparar. Isso porque, se as previsões trazidas por serviços como o Tesla Summon estiverem corretas, devemos ver coisas como essa acontecendo o tempo todo dentro de dois anos.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Google ensinou carros a buzinar "educadamente"

(Foto: Reprodução)
O Google ensinou seus carros autônomos a buzinar de maneira educada. De acordo com informações divulgadas pela própria empresa, os carros estão prontos para pegar a estrada e emitir um alerta sonoro e caso de necessidade.
Durante testes, os carros aprenderam como e quando buzinar. Para isso, o sistema teve que aprender a resposta adequada para diferentes situações - uma buzinada para alertar o motorista de maneira mais ou menos amigável, de acordo com o perigo e a urgência da situação.
"Nossos carros autônomos devem ser educados, atenciosos, e só buzinar quando isso torna a condução mais segura para todos", explica o Google em um comunicado. "Esperamos que nossos carros também sejam capazes de prever como outros motoristas respondem a um sinal sonoro em diferentes situações", acrescenta a companhia.
Os engenheiros do Google também equiparam os veículos para emitir outros sons, como um zumbido e diferenças na aceleração e desaceleração do carro. Ciclistas e deficientes visuais serão alertados por esse tipo de sinal.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

10 milhões de carros autônomos estarão nas ruas nos próximos quatro anos

(Foto: Divulgação/Volvo)
Carros que dirigem sozinhos não são mais uma ideia futurista. As montadoras e empresas de tecnologia estão investindo todas suas energias no desenvolvimento de carros autônomos. Muitos deles até já estão em fase de testes, como o Google Car e o veículo do Uber.
Logo, não vai demorar muito para que os carros de auto-condução dominem as ruas. Um relatório do BI Intelligence prevê que nos próximos quatro anos, 10 milhões de carros autônomos já estejam andando pelo mundo.
Apesar de o número parecer um tanto elevado, levando em conta que ainda não foi lançado nenhum carro que dirige sozinho, o levantamento considera “carro de auto-condução” qualquer veículo com características que lhe permitem acelerar, frear e dirigir em um percurso com interação limitada do condutor ou interação nenhuma.
Ou seja, carros com piloto automático, como o Tesla, que é capaz de acelerar, frear, mudar de faixas no trânsito e evitar obstáculos, entraram nas contas da pesquisa.
A expectativa é de que, entre 2015 e 2020, o número de carros autônomos cresça 134%, sendo que as maiores altas sejam a partir de 2018. O relatório considera que os primeiros carros totalmente autônomos cheguem ao mercado por volta de 2019.
Entre os maiores benefícios e que pode incentivar o crescimento do mercado é o fato de que os veículos de auto-condução podem tornar as ruas mais seguras e diminuir o número de acidentes. No Reino Unido, por exemplo, a KPMG estima que carros autônomos irão evitar 2,5 mil mortes no trânsito entre 2014 e 2030.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Vídeo mostra motorista dormindo ao volante de carro da Tesla; veja

(Foto: Divulgação)
Um vídeo postado no Youtube pelo site Electrek na semana passada mostra o motorista de um carro Model S da Tesla enquanto o veículo tem sua função de "piloto automático" ativada. Felizmente, o motorista não provocou acidentes - ao menos durante o período que o vídeo capturou. O vídeo pode ser visto abaixo:





sistema Autopilot (piloto automático) do Model S utiliza 13 sensores ultrassônicos diferentes para audar os carros a evitarem obstáculos e mudar de faixas. O sistema também é capaz de procurar vagas e até mesmo fazer baliza, além de receber novidades por meio de atualizações de software.
Apesar disso, no entanto, a empresa afirma repetidamente que o motorista ainda precisa estar consciente e preparado, mesmo com o sistema ativado. O Tech Insider entrou em contato com a empresa sobre o caso mostrado no vídeo, e a empresa respondeu com um comunicado:
"(...). O Autopilot é de longe o sistema mais avançado do tipo, mas ele não transforma os Tesla em veículos autônomos e não permite que o motorista abdique de responsabilidade. Desde o lançamento do Autopilot, nós continuamente educamos nossos clientes sobre esse recurso, lembrando-os que eles são responsáveis por se manter alertas e presentes enquanto usam o Autopilot e que eles devem estar preparados para assumir o controle a todo momento".
Motorista inconsciente
O Autopilot utiliza dados da estrada captados pelos seus sensores para guiar os veículos. Com isso, ele consegue manter a velocidade do carro e mesmo manter a distância de outros carros. No entanto, se ele tiver qualquer problema com os dados obtidos pelos sensores, ele emite um alerta no painel para que o motorista volte a pilotá-lo.
Caso o motorista ignore o alerta visual por muito tempo, o carro começa a emitir um som, desacelera, liga o pisca-alerta e se manobra para a lateral da estrada. Nesse momento, o veículo já assume que o motorista não está consciente, já que ele ignorou os alertas visuais e auditivos. No vídeo, porém, o carro parece conseguir se guiar tranquilamente.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Google e Fiat estão trabalhando em minivans de auto condução

(Foto: Reprodução)
A Google e a montadora Fiat Chrysler estão trabalhando em uma tecnologia de direção autônoma para ser testadas nas minivans Pacifica.
A equipe do Google Car tem se destacado como líder no desenvolvimento de tecnologia de carros autônomos e assinou um contrato no início deste mês para começar a colaborar com a fabricante; este é o primeiro parceiro automotivo da companhia.
Cerca de 100 unidades passarão por testes que permitirão analisar como instalar a tecnologia em uma linha de produção de alta escala.
Um centro de engenharia e desenvolvimento será inaugurado em Detroit; isso mostra que a empresa está disposta a conquistar mais parceiros comerciais. Algumas montadoras ainda estão relutantes em oferecer muito controle ao Google, enquanto outras querem desenvolver uma tecnologia própria.
Detroit é lar do maior centro automotivo dos Estados Unidos e onde se encontra as maiores fabricantes e distribuídos de autopeças do país. "Muitos dos nossos parceiros atuais estão baseados aqui, assim que ter uma instalação local vai nos ajudar a colaborar mais facilidade e ter acesso aos melhores talentos de Michigan no desenvolvimento de veículos e engenharia", afirmou o John Krafcik, executivo-chefe do projeto do carro de auto condução do Google.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Entenda como funciona o carregamento sem fio de carros elétricos

(Foto: reprodução)
Atualmente, algumas empresas já produzem carros elétricos em larga escala. A Nissan e a Tesla são duas delas, embora os modelos elétricos da empresa ainda não sejam vendidos no Brasil. Na Formula E, além disso, os Safety Cars, que entram na pista em caso de acidentes, também possuem motores híbridos (que usam tanto eletricidade quanto combustíveis fósseis). Graças a uma tecnologia da Qualcomm, eles conseguem se recarregar sem a necessidade de uma conexão com fios.
A tecnologia, chamada de Qualcomm Halo Wirelesse Electric Vehicle Charging, carrega o veículo por meio de ressonância magnética. Para transferir energia, ela utiliza um tapete instalado no solo que se conecta a outro tapete instalado no veículo, carregando o motor.
Cada hora de carregamento do motor do BMW i8 utilizado permite que ele percorra um total de 37 quilômetros usando apenas o motor elétrico. Essa técnica é fruto, porém, de uma longa história de evolução da eletricidade, dos motores elétricos e do carregamento sem fio. Para contá-la, a Qualcomm criou um infográfico com os principais pontos da evolução desses métodos. Abaixo, falamos de alguns deles:
Movido a eletricidade
Embora pensemos nos carros elétricos como algo recente, o primeiro motor elétrico de corrente foi criado em 1835 nos Estados Unidos por Thomas Davenport. A invenção fez sucesso e, em 1900, cerca de 28% dos carros fabricados nos EUA eram movidos a eletricidade.
Após esse ano, no entanto, a indústria dos automóveis começou a ser dominada pelos combustíveis fósseis, e a tecnologia dos motores elétricos ficou em segundo plano. O primeiro carro híbrido completo seria construído apenas em 1972, pelo novaiorquino Victor Wouk. 
Carregamento sem fio
A tecnologia de transferência de eletricidade sem fio, por sua vez, foi demonstrada pela primeira vez em 1891, pelo revolucionário pesquisador Nikola Tesla. Mas passaram-se quase cem anos até que ela fosse pela primeira vez testada em um carro elétrico: isso aconteceu em 1988, quando a Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, produziu o primeiro carro carregado dessa maneira.
Carregamento desse tipo seria incorporado a alguns ônibus de Auckland, em 1996. Em 2002, seria a vez da cidade de Turin, na Itália, integrar carregamento sem fio aos seus ônibus. Essa mesma tecnologia seria desenvolvida pela empresa HaloIPT em 2010. A empresa demonstrou nesse ano em Londres um sistema de carregamento elétrico sem fio para carros, e no ano seguinte foi comprada pela Qualcomm.
Atualmente
A Qualcomm continuou a desenvolver a tecnologia após a compra da Halo, e conseguiu dobrar a potência dos carregadores de 3,7kW para 7,4kW. É esse tipo de carregamento que move os Safety Cars da Formula E atualmente.
Os motores híbridos não ficam devendo nada aos motores de combustão em termos de potência. Os BMW i8 que são usados na Fórmula E, por exemplo, têm 362 cavalos de potência, velocidade máxima de cerca de 250 quilômetros por hora e acelera de 0 a 100km/h em 4,4 segundos. 
Ele não é o único carro elétrico com um motor invejável. Em março, a empresa Genovation apresentou um Corvette modificado com motor elétrico que chegou a mais de 300 quilômetros por hora e bateu o récorde para carros desse tipo.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Google está contratando motoristas para "dirigir" carro autônomo.

A empresa tem emprego para quem vive no estado norte-americano do Arizona.

Reuters
A Google está à procura de condutores para os seus carros autônomos. Os escolhidos vão recolher dados dos carros equipados com a tecnologia da empresa.

Segundo o The Next Web, os candidatos não podem ter cometido nenhuma infração e têm de conseguir escrever 40 palavras por minuto. Os escolhidos vão ter um contrato de um ou dois anos.
A carga horária será entre seis a oito horas por dia. A Google oferece um ordenado de US$ 20 dólares por hora.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Google adiciona 100 minivans à sua frota de carros autônomos.

(Foto: reprodução)
O Google agora tem mais um modelo de carros em sua frota de veículos autônomos. Atualmente, a empresa realiza seus testes de carros que dirigem sozinhos com o “coala”, produzido pelo próprio Google, o Lexus RX e o Toyota Prius, que foi o primeiro modelo a ganhar direção autônoma. Agora a empresa terá também 100 minivans Chrysler Pacifica para testes.
O anúncio é importante porque dobra a frota de veículos autônomos à disposição do Google para testes. Não só isso: é a primeira vez que a companhia firma parceria direta com uma fabricante de automóveis para a missão. Antes disso, os carros eram simplesmente comprados pela empresa e modificados.
O comunicado publicado pelo Google afirma que a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) afirma que a montadora projetará as minivans para que seja fácil instalar os sistemas de automação de veículos, o que inclui o software responsável e os sensores que detectam os arredores para uma navegação segura.
A empresa também explica que a escolha pelas minivans, que não são um tipo de veículo considerado atraente nos Estados Unidos (normalmente chamados de “carros de mãe”). A ideia é testar o sistema em veículos maiores.
O Google também espera aproveitar a parceria para trabalhar diretamente com os engenheiros da montadora para “entender melhor como criar um carro completamente autônome que leve você do ponto A ao ponto B com o toque de apenas um botão”.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Google se une a Uber, Ford e Volvo pela liberação dos carros autônomos.

(Foto: Divulgação)
Os carros autônomos, capazes de se locomoverem sem intervenção do motorista, estão se tornando uma realidade, mas existe toda uma camada burocrática antes que estes veículos realmente estejam aptos a serem usados de fato para o consumidor. Para lidar com toda esta etapa, surgiu uma nova aliança entre gigantes da tecnologia e do transporte.
Entre os nomes que entraram na parceria estão Google, as fabricantes de automóveis Ford e Volvo e as empresas de transporte Uber e Lyft, que têm interesse direto em poder oferecer serviços sem depender de motoristas. O objetivo do grupo é “trabalhar com legisladores, regulamentadores e o público para concretizar a segurança e os benefícios à sociedade dos carros autônomos”.
Atualmente, a situação dos veículos autônomos nos Estados Unidos permite que os veículos sejam usados em testes, mas eles são altamente limitados pela legislação e regulamentação, impedindo que uma pessoa comum possa circular sem interferir na direção.
A união de gigantes como Google, Ford, Volvo e Uber praticamente força os reguladores a observarem com mais atenção a situação dos veículos autônomos, e deve acelerar seu processo de liberação.
Entre os temas que a nova aliança pretende tratar é a questão da culpa no caso de acidentes. Quando (ou “se”) um carro autônomo causar uma colisão, a responsabilidade é da pessoa que está dentro do veículo mas não o está dirigindo, ou de quem programou o carro? É o tipo de questão que ainda precisa de solução antes que os carros autônomos comecem a tomar as ruas.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ford diz que carro que dirige sozinho supera humanos no escuro.

(Foto: Divulgação)
A Ford está testando um sistema de auto condução capaz de dirigir no escuro. Recentemente, a fabricante de carros construiu uma cidade fictícia para testar as condições de seus veículos em ruas e estradas. 

Como parte das experiências, a empresa colocou os automóveis para rodar em estradas cobertas de neve, em condições ruins de estrada e de tempo e em completa escuridão. Segundo a Ford, os testes mostraram que o sistema é capaz de dirigir melhor do que um humano quando não há iluminação. 




As provas realizadas excluíram as câmeras, já que elas não funcionam tão bem com baixa visibilidade. Na ocasião, a responsabilidade ficou com os radares e com outros sensores que preencheram a lacuna deixada pelas câmeras. 

A companhia revela que o carro consegue continuar a rodar com segurança em baixa visibilidade. No teste, o veículo não teve que lidar com objetos e pessoas se movendo na via.

Via TheNextWeb 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Volvo irá realizar teste de condução autônoma com 100 carros ao mesmo tempo.

(Foto: Divulgação/Volvo)
Enquanto o Google está testando o seu carro autônomo nas ruas de Mountain View, a Volvo Cars está planejando realizar um teste de auto condução em grande escala na China, com cerca de 100 veículos sem motorista ao mesmo tempo. 

A experiência será feita nas vias públicas em condições de tráfego normal e a montadora pretende, nos próximos meses, iniciar as negociações com as cidades interessadas para verificar se existe permissão, regulamentação e infraestrutura para realizar o teste.

“A Volvo acredita que a introdução da tecnologia de direção autônoma promete reduzir acidentes de carro, bem como liberar estradas congestionadas, reduzir a poluição e permitir que os motoristas usem o tempo em seus carros de forma mais valiosa”, diz a empresa em comunicado.

A China é um dos países que mais está apoiando as pesquisas de veículos sem motoristas. Enquanto as empresas norte-americanas precisam convencer o governo a autorizar que os carros autônomos rodem nas ruas do país, o governo chinês incentiva companhias e startups que estejam interessadas no assunto. 

"Há vários benefícios nos carros autônomos", afirma Håkan Samuelsson, presidente e chefe-executivo da Volvo. “É por isso que os governos precisam pôr em prática a legislação para permitir que veículos de auto condução estejam nas ruas o mais rápido possível. A indústria automotiva não pode fazê-lo por si só. Precisamos de ajuda governamental”.


Via...Olhar Digital

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Caminhões autônomos participam de testes na Europa.

(Foto: Reprodução)
Seis fabricantes, entre elas a Volvo e a Daimler, provaram através de testes a viabilidade de caminhões autônomos conseguirem fazer uma viagem ao redor do continente inteiro. 

Os testes fizeram parte de uma competição promovida pelo governo holandês, chamada de ‘European Truck Platooning Challenge’, que também se refere ao método de uma frota de caminhões autônomos acompanharem outros em uma estrada. De acordo com o observado, o método usou menos combustível e emitiu menos dióxido de carbono.

Os veículos começam as provas de diferentes partes da Europa e terminaram no Porto de Rotterdam, na Holanda. A comprovação do trabalho dos caminhões pode ser um ponto positivo para empresas passarem a utilizá-los para transportar carga pelo continente.


Via Engadget.  
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