Cotada para tentar uma vaga no Senado, ela, que foi vice de Fernando Haddad (PT) na corrida presidencial de 2018 e chegou ao segundo turno da eleição para a Prefeitura de Porto Alegre em 2020, afirma que a divisão do campo progressista na eleição do estado é duplamente prejudicial.
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| © REUTERS / Adriano Machado (Foto de arquivo) |
JOELMIR TAVARES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A ex-deputada federal Manuela d'Ávila (PC do B) diz que, sendo candidata ou não, os ataques a ela e à sua família são permanentes e que sua decisão de não disputar cargo neste ano resulta de uma combinação: as ameaças e a desunião da esquerda no Rio Grande do Sul.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A ex-deputada federal Manuela d'Ávila (PC do B) diz que, sendo candidata ou não, os ataques a ela e à sua família são permanentes e que sua decisão de não disputar cargo neste ano resulta de uma combinação: as ameaças e a desunião da esquerda no Rio Grande do Sul.
